Logo Crescimentum - Cegos Group

Inovação aberta: como criar soluções em parceria com o mercado 

30/09/2026
15 minutos de leitura
Raúl Javales

Resumo Rápido: A inovação aberta amplia a capacidade de uma empresa criar soluções ao conectar conhecimentos, tecnologias e capacidades disponíveis dentro e fora da organização. Para transformar essas conexões em valor, é necessário partir de desafios concretos, escolher parceiros complementares, estruturar experimentos e criar condições internas para absorver aprendizados. 

O que é inovação aberta e como ela funciona? 

A inovação aberta é uma abordagem em que as organizações combinam conhecimentos, tecnologias e capacidades internas com recursos disponíveis fora de suas próprias fronteiras. Em vez de concentrar todo o processo de inovação dentro da empresa, a lógica é criar conexões com diferentes atores para encontrar, desenvolver ou levar soluções ao mercado. 

O conceito ganhou força a partir dos trabalhos de Henry Chesbrough e passou a ser utilizado para descrever diferentes formas de circulação de conhecimento entre organizações. O Oslo Manual 2018, da OECD e da Eurostat trata a inovação aberta como um fluxo de conhecimento relevante para a inovação que atravessa as fronteiras das organizações, incluindo modelos como colaboração, licenciamento e joint ventures. 

Isso significa que uma empresa pode buscar conhecimento externo para fortalecer uma solução própria, mas também pode encontrar formas de levar conhecimentos desenvolvidos internamente para outros mercados ou parceiros. A abertura, portanto, pode acontecer tanto na entrada quanto na saída de conhecimento. 

Na prática, uma estratégia de inovação aberta pode envolver uma empresa e uma startup desenvolvendo uma solução em conjunto, uma universidade colaborando em uma pesquisa, clientes participando da construção de um produto ou fornecedores contribuindo para a melhoria de um processo. 

Essa perspectiva amplia a compreensão sobre o que significa inovar. A empresa continua responsável por suas escolhas estratégicas, mas reconhece que nem todo conhecimento necessário para responder a um desafio precisa ser produzido internamente. 

Por isso, inovação aberta não é simplesmente “buscar ideias fora”. É criar mecanismos para identificar conhecimentos relevantes, estabelecer relações com os atores certos e transformar essas conexões em experimentos, soluções e resultados. 

Por que a inovação aberta é estratégica para as empresas? 

A velocidade com que tecnologias, comportamentos e modelos de negócio mudam aumenta a necessidade de as organizações acessarem conhecimentos que podem estar distribuídos pelo mercado. Uma empresa pode ter especialistas altamente qualificados e, ainda assim, não possuir internamente todas as competências necessárias para responder a um novo desafio. 

Uma pesquisa do Capgemini Research Institute sobre inovação aberta, realizada com 1.000 grandes organizações que já mantinham iniciativas de inovação aberta, mostra a dimensão que essa abordagem ganhou no ambiente empresarial. No levantamento, 75% das organizações afirmaram que a inovação aberta é crítica para lidar com problemas complexos, enquanto 71% planejavam aumentar seus investimentos nessa frente nos dois anos seguintes. O relatório também identificou ganhos relacionados à eficiência operacional, velocidade de inovação e capacidade de adaptação das pessoas. 

Esse cenário ajuda a entender uma característica importante da inovação aberta: abrir a inovação não significa abandonar capacidades internas. A colaboração externa pode ampliar o que a organização já sabe fazer, trazendo tecnologias, competências e perspectivas que complementam seus próprios recursos. 

Nesse contexto, a inovação aberta pode ampliar o repertório disponível para a tomada de decisão. Uma parceria pode trazer uma tecnologia que ainda não existe internamente, uma perspectiva diferente sobre determinado problema ou acesso a um conhecimento especializado que levaria anos para ser construído. 

Esse movimento também ajuda a aproximar inovação e estratégia. Em vez de começar pela pergunta “qual tecnologia devemos adotar?”, a organização pode partir de uma questão mais relevante: “qual desafio precisamos resolver e quais capacidades podem nos ajudar a fazer isso?”. 

Essa mudança de perspectiva evita que inovação seja reduzida à adoção de tendências. Inteligência artificial, automação, novas plataformas e outras tecnologias podem fazer parte de uma estratégia de inovação, mas precisam estar relacionadas a necessidades reais do negócio. 

Essa lógica também aparece quando se discute adoção de IA nas empresas. Experimentar uma tecnologia não significa, por si só, desenvolver uma capacidade organizacional. Na inovação aberta, o princípio é semelhante: a parceria ganha relevância quando o conhecimento compartilhado consegue ser incorporado à estratégia, aos processos e às decisões do negócio. 

Quais parceiros podem participar de uma estratégia de inovação aberta? 

Quando se fala em inovação aberta, startups costumam ser as primeiras organizações lembradas. Elas podem, de fato, contribuir com tecnologias, modelos de negócio e formas diferentes de experimentar soluções. Mas não são as únicas possibilidades. 

Universidades e centros de pesquisa podem oferecer conhecimento científico e tecnológico. Clientes podem ajudar a identificar necessidades e validar soluções. Fornecedores podem participar do desenvolvimento de processos e produtos. Outras empresas podem compartilhar competências, infraestrutura ou acesso a determinados mercados. 

Uma estratégia de inovação também pode se beneficiar da construção de ecossistemas, aproximando diferentes atores de acordo com os desafios que precisam ser enfrentados. Startups, universidades, fornecedores, clientes e outras empresas podem contribuir com conhecimentos e capacidades que complementam aquilo que já existe internamente. 

Essa diversidade amplia o repertório disponível para a organização e pode acelerar a busca por respostas para problemas complexos. Diferentes perspectivas ampliam possibilidades. 

O mais importante é entender que cada parceiro responde a uma necessidade diferente. Uma startup pode ser relevante quando a empresa precisa acessar uma tecnologia específica. Uma universidade pode fazer mais sentido quando o desafio exige conhecimento científico. Um cliente pode ser fundamental quando a principal questão está relacionada à experiência de uso. 

O desafio deve orientar o parceiro. 

Isso evita transformar inovação aberta em uma busca indiscriminada por conexões. Ter dezenas de parceiros, participar de eventos ou manter contato com diferentes ecossistemas não significa, por si só, ter uma estratégia de inovação aberta. 

O valor está na complementaridade. A empresa precisa identificar quais conhecimentos, capacidades ou recursos estão faltando e procurar atores que possam preencher essas lacunas. 

Como identificar oportunidades para inovação aberta? 

Antes de procurar parceiros, é necessário entender qual problema ou oportunidade merece ser explorado. Esse diagnóstico evita que a empresa comece pela solução e depois tente encontrar um problema que justifique sua utilização. 

Uma boa oportunidade pode surgir de diferentes pontos do negócio: uma necessidade recorrente dos clientes, um processo que limita a produtividade, uma tecnologia emergente, uma mudança regulatória ou um movimento observado no mercado. 

A partir daí, vale separar aquilo que a organização já consegue fazer daquilo que ainda precisa desenvolver ou acessar. Essa análise cria uma espécie de mapa de capacidades, mostrando onde existe conhecimento interno suficiente e onde uma conexão externa pode fazer diferença. Nem toda lacuna exige parceria externa. 

Algumas competências são estratégicas e precisam ser desenvolvidas internamente. Outras podem ser acessadas por meio de fornecedores, universidades, startups ou outros parceiros. A decisão depende do impacto daquela capacidade para o negócio, do tempo disponível e dos recursos necessários para construí-la. 

Essa análise também pode se beneficiar de práticas de inteligência estratégica e antecipação de cenários. Observar sinais de mudança antes que eles se tornem problemas ajuda a empresa a identificar oportunidades de inovação com maior antecedência. 

A identificação dessas oportunidades também depende da capacidade de conectar mudanças externas às necessidades internas. Quando uma organização acompanha novos comportamentos, tecnologias e movimentos de mercado, consegue avaliar com mais clareza quais deles podem representar oportunidades concretas. 

A partir dessa análise, a pergunta deixa de ser apenas “com quem podemos fazer parceria?” e passa a ser “qual conhecimento ou capacidade precisamos acessar para avançar neste desafio?”. É essa mudança que transforma relacionamento em estratégia. 

Como estruturar um processo de inovação aberta? 

Uma estratégia de inovação aberta precisa de método. Sem critérios claros, a organização pode acumular ideias, contatos e projetos-piloto sem conseguir determinar quais iniciativas realmente merecem investimento. 

O primeiro passo é definir o desafio. Depois, é possível identificar quais competências estão faltando, mapear potenciais parceiros e estabelecer critérios para avaliar as alternativas. A partir daí, a empresa pode estruturar experimentos de menor escala, acompanhar evidências e decidir quais iniciativas devem avançar. 

Uma abordagem estruturada também ajuda a conectar diferentes etapas do processo, desde a identificação do desafio e a busca por parceiros até a experimentação, avaliação dos resultados e decisão sobre os próximos passos. Clareza no início reduz desperdícios. 

A parceria também precisa estabelecer objetivos e responsabilidades. Quem toma as decisões? Quais recursos cada parte oferece? Como o projeto será acompanhado? Quais critérios determinam se o experimento deve continuar, ser ajustado ou interrompido? 

Nesse contexto, projetos-piloto podem ajudar a reduzir incertezas. Em vez de comprometer grandes volumes de recursos desde o início, a empresa pode testar uma hipótese em escala controlada, observar os resultados e decidir os próximos passos a partir dos aprendizados. 

Isso exige uma cultura que aceite experimentação e aprendizagem. Se cada teste for tratado como uma prova definitiva de sucesso ou fracasso, as pessoas tendem a evitar iniciativas de maior incerteza. 

Esse preparo também envolve desenvolver as pessoas que conduzirão a transformação. Na formação Líder IA, por exemplo, a inteligência artificial é trabalhada a partir de situações reais de liderança, com foco em decisão, reorganização do trabalho, desenvolvimento de pessoas e uso responsável da tecnologia. Já o curso Habilidades em Inteligência Artificial para Executivos aborda a aplicação prática da IA em liderança, gestão e decisões estratégicas. 

Embora esses cursos tenham foco específico em inteligência artificial, a lógica se conecta à inovação aberta: novas tecnologias precisam virar capacidade organizacional. Isso depende de pessoas preparadas para avaliar possibilidades, testar aplicações, aprender com os resultados e incorporar aquilo que gera valor à rotina do negócio. 

Assim, o processo de inovação aberta não depende apenas de uma área especializada ou de parceiros externos. Ele precisa estar apoiado por pessoas capazes de tomar decisões, construir relações, experimentar e transformar conhecimento em aprendizado organizacional. 

Quais são os desafios da inovação aberta? 

A colaboração entre organizações pode ampliar as possibilidades de inovação, mas também aumenta a complexidade do processo. Cada parceiro possui objetivos, culturas, processos, ritmos e critérios de decisão próprios. 

Uma startup pode trabalhar com ciclos muito rápidos, enquanto uma grande empresa pode depender de diferentes níveis de aprovação. Uma universidade pode operar em uma lógica de pesquisa de longo prazo, enquanto o negócio pode estar pressionado por prazos comerciais. 

Por isso, alinhar expectativas é uma etapa essencial. A parceria precisa deixar claro qual problema está sendo resolvido, o que cada parte espera obter e quais condições precisam existir para que a colaboração avance. 

Outro desafio é a capacidade interna de absorver o conhecimento externo. Não adianta encontrar uma tecnologia relevante se a empresa não possui pessoas, processos ou infraestrutura para incorporá-la. 

A pesquisa do Capgemini Research Institute também mostra que os resultados da inovação aberta são desiguais. Embora 53% das organizações pesquisadas tenham classificado seus resultados como acima da média ou melhores, apenas 22% os consideraram bons ou excelentes. O levantamento sugere que estabelecer bases adequadas e desenvolver uma abordagem estruturada são fatores importantes para melhorar os resultados. 

A cultura também pode se tornar uma barreira. Uma empresa pode estabelecer programas de inovação aberta e, ao mesmo tempo, manter processos que penalizam o erro, dificultam a colaboração entre áreas ou concentram decisões em poucos níveis hierárquicos. 

Por isso, inovação aberta precisa estar conectada à cultura organizacional. Comportamentos, decisões e formas de trabalho influenciam diretamente a capacidade de sustentar mudanças. 

A abertura ao mercado começa fora da empresa, mas só produz impacto quando encontra, dentro dela, condições para que o conhecimento seja absorvido e transformado em ação. 

Como proteger conhecimento e propriedade intelectual? 

Inovação aberta não significa compartilhar todas as informações da empresa. A colaboração precisa ser acompanhada de regras que estabeleçam quais conhecimentos podem circular, quais permanecem protegidos e como os resultados desenvolvidos em conjunto poderão ser utilizados. 

Essa questão se torna especialmente importante quando a parceria envolve tecnologias, pesquisas, dados, códigos, patentes ou outros ativos de propriedade intelectual. 

A WIPO, Organização Mundial da Propriedade Intelectual explica que acordos de transferência de tecnologia podem estabelecer direitos de uso de propriedade intelectual, condições de licenciamento e responsabilidades relacionadas à exploração dos resultados. Em projetos colaborativos de pesquisa e desenvolvimento, os contratos também podem definir propriedade, acesso, benefícios, riscos e direitos de comercialização. 

Por isso, antes de iniciar uma parceria, é importante distinguir aquilo que cada organização já possuía do que será desenvolvido durante o projeto. 

A governança não deve ser vista como um mecanismo para dificultar a inovação. Pelo contrário, regras claras podem criar segurança para que as partes compartilhem conhecimento sem comprometer ativos estratégicos. 

Dependendo do projeto, podem ser necessários acordos de confidencialidade, contratos de pesquisa e desenvolvimento, licenciamento de tecnologia, definição de direitos sobre resultados e critérios para comercialização. 

A proteção do conhecimento também precisa acompanhar a evolução da parceria. Conforme um projeto passa da experimentação para a implementação, novas informações e ativos podem surgir, exigindo que os acordos sejam claros sobre sua utilização. 

Dessa forma, proteger conhecimento não significa fechar a organização. Significa estabelecer condições para que a abertura seja sustentável e gere benefícios para as partes envolvidas. 

Como transformar parcerias em resultados para o negócio? 

Uma parceria de inovação não termina quando uma boa ideia é encontrada. O desafio está em transformar o que foi desenvolvido em uma solução aplicável e conectada a uma necessidade real do negócio. Ideia só gera valor quando implementada. 

Um exemplo é a jornada desenvolvida para a L’Oréal Beleza Dermatológica, envolvendo as marcas La Roche-Posay, Vichy e CeraVe. O trabalho buscou transformar a identidade de cada marca em comportamentos concretos para a força de vendas, conectando posicionamento, abordagem comercial e realidade do campo. 

A iniciativa mostra como desenvolvimento e resultado podem caminhar juntos. Ao levar o conhecimento para situações práticas de venda, a jornada aproximou competências, comportamento e objetivos comerciais, incluindo indicadores como recomendação, prescrição e sell-out. Conhecimento precisa chegar à prática. 

A mesma lógica vale para a inovação aberta. Uma nova tecnologia, parceria ou solução só produz impacto quando consegue ser incorporada aos processos, às decisões e à rotina das pessoas. 

Por isso, os indicadores devem acompanhar o objetivo de cada iniciativa, considerando fatores como adoção, implementação, redução de custos, aumento de receita ou outros resultados relacionados ao desafio. Os aprendizados também precisam ser registrados para fortalecer a capacidade de inovação da organização. 

Qual é o papel da liderança na inovação aberta? 

A liderança tem papel importante na criação das condições para que a inovação aberta funcione. Isso começa pela definição de prioridades: nem todo desafio precisa de uma parceria externa e nem toda tecnologia emergente precisa ser incorporada. 

Quem lidera precisa ajudar a organização a distinguir oportunidades relevantes de tendências passageiras. Também precisa criar espaço para que equipes testem hipóteses, conversem com atores externos e tragam conhecimentos diferentes para dentro da empresa. 

Liderar inovação exige abrir espaço. Essa abertura não significa ausência de direção. Pelo contrário, quanto maior a autonomia, mais importantes se tornam os critérios para priorizar iniciativas, acompanhar resultados e decidir onde concentrar recursos. 

A liderança também precisa lidar com uma tensão importante: equilibrar a necessidade de eficiência no presente com investimentos que podem gerar resultados no futuro. Projetos de inovação aberta nem sempre produzem retorno imediato, e decisões de continuidade precisam considerar evidências, aprendizados e relevância estratégica. 

O desenvolvimento dessa capacidade está diretamente relacionado ao comportamento de quem lidera. Uma organização dificilmente terá colaboração, experimentação e aprendizagem como práticas consistentes se suas lideranças não demonstrarem esses comportamentos. É nesse contexto que a liderança corporativa ganha relevância, conectando decisões, comportamento e direcionamento estratégico. 

A inovação aberta, no fim, não é apenas uma questão de relacionamento com o mercado. É também uma questão de comportamento organizacional: como a empresa escuta, decide, experimenta, aprende e transforma conhecimento em resultado. 

Para lideranças que precisam desenvolver essas capacidades na prática, o Líder do Futuro Executivo pode fazer parte dessa jornada de desenvolvimento. 

Perguntas frequentes

O que é inovação aberta? 

Inovação aberta é uma abordagem que combina conhecimentos e capacidades internas e externas para desenvolver ou levar soluções ao mercado. A colaboração pode envolver startups, universidades, clientes, fornecedores, centros de pesquisa e outras organizações. 

Qual é a diferença entre inovação aberta e inovação fechada? 

Na inovação fechada, o desenvolvimento depende predominantemente dos conhecimentos e recursos internos da organização. Na inovação aberta, a empresa também busca, compartilha e combina conhecimentos externos de maneira intencional. 

Quais empresas podem participar de uma estratégia de inovação aberta? 

Não existe um único perfil. Startups, universidades, fornecedores, clientes, centros de pesquisa, organizações públicas e outras empresas podem participar, dependendo do conhecimento ou capacidade necessária para resolver determinado desafio. 

Como começar um projeto de inovação aberta? 

O primeiro passo é definir um problema ou oportunidade de negócio. Depois, é possível identificar lacunas de conhecimento ou capacidade, buscar parceiros, estabelecer objetivos, testar uma solução em pequena escala e avaliar os resultados antes de ampliar o investimento. 

Inovação aberta significa compartilhar informações confidenciais? 

Não. A colaboração pode ser estruturada com acordos de confidencialidade, licenciamento, contratos de pesquisa e desenvolvimento e regras sobre propriedade intelectual. O objetivo é permitir a circulação de conhecimento dentro de condições previamente definidas. 

Qual é o papel das lideranças na inovação aberta? 

As lideranças ajudam a definir prioridades, criar espaço para experimentação, estimular a colaboração e garantir que conhecimentos externos sejam conectados às necessidades do negócio. Quando esses desafios exigem uma jornada estruturada de desenvolvimento, soluções personalizadas de desenvolvimento podem conectar as necessidades específicas da organização às competências que precisam ser desenvolvidas. 

Escrito porRaúl Javales